Ciúmes

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Gente com minha experiência posso dizer o que tirei de conclusão referente a diferença de idade dos meus filhos, eu sei que parece loucura o que vou falar, mas se você tem condições tenha logo um atrás do outro ou gêmeos seria a melhor coisa.

Vocês devem estar pensando, essa mulher é doida né… Doida tem ficado eu nesses ultimos tempos, desculpe o desabafo amigas.

Quem vê na foto acima, deve pensar nossa que amor, olha só o carinho entre irmãos.

É sinto muito mas é só na foto tá.

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O Gabriel era uma criança super calma e boazinha até o nascimento do Rafa, fiz de tudo para que ele não sentisse ciúmes, envolvi ele sempre em tudo para que pudesse participar. O Rafael é carinhoso com irmão, mas o Gabriel não entende que as necessidades do irmão são diferentes da dele.

Tem dias que surto…

– Mãe olha o Rafael.
– Mãe olha o Gabriel.
– Mãe o Rafa me bateu.
– Mãe o Gabriel ne bateu.
– Mãe o Rafa bagunçou minhas coisas, não me deixa fazer lição.

Haaaaaaaaaa chegaaaa (surtei)

Ou então,

Você gosta mais dele do que de mim, porque você comprou pra ele e não pra mim.

Gente não é fácil.

Tem horas que reviro minha casa procurando o manual de instrução, deve existir em algum lugar não é possível.

Posso estar errada, mas acho que a diferença de idade ajuda, se fossem da mesma idade as brincadeiras seriam as mesmas, a atenção a mesma, acredito que seria mais fácil.

O mundo materno é maravilhoso mas tem suas provações.

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Marina Souza

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Crianças x Medos

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A umas três semanas meu Rafinha acabou assistindo uma cena de um filme de terror, assim que vi já tirei e não deixei mais assistir, eu já sabia que ficaria com medo, mas não imaginei que fosse tanto. Ele não vai mais no banheiro sozinho, não dorme sozinho em seu quarto, diz que esta sentindo muito medo, converso bastante com ele, mas não está adiantando. Sou super paciente, sei como é, passei por isso quando era pequena, na casa da minha mãe havia uma dispensa que eu morria de medo, tinha vários sonhos ruins, sempre achei que tivesse algo ruim alí, nunca entrava, tinha muito medo. Estou perdida, não sei o que fazer, preciso ajudá-lo a superar e enfrentar seus medos.

Estou aqui estudando, fazendo pesquisa sobre o assunto, achei essa matéria muito bacana:

Como ajudar seu filho a enfrentar o medo

Escrito para o BabyCenter Brasil

Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil

É normal uma criança pequena sentir medo. O nervosismo é um sentimento natural que nos ajuda a lidar com novas experiências e nos proteger do perigo.
Alguns bebês e crianças pequenas têm medo de coisas bem específicas: insetos, cachorros, do escuro, de barulhos altos, como o do aspirador de pó. Outros têm medo de situações novas ou de encontrar pessoas novas. Boa parte desses medos desaparece conforme a criança sente-se mais segura de si e do ambiente ao redor. As dicas a seguir não vão fazer seu filho se livrar dos medos de uma hora para outra. Pode levar meses, até mesmo um ano inteiro, para que isso aconteça. Enquanto isso, é normal que ele fique obcecado por aquilo que o atemoriza, mostrando isso nas brincadeiras, nos desenhos ou nas conversas. É o jeito dele de lidar com a questão. Não despreze o medo que a criança sente, não subestime os medos da criança, mesmo que pareçam bobos ou irracionais para ela, a coisa é bem séria e real. Evite sorrir ou fazer pouco da situação quando ela se mostrar assustada com uma sirene, um caminhão barulhento ou a descarga do banheiro, por exemplo.

Mostre a ela que você entende como é ter medo de algo — ela vai aprender que não há problema em sentir medo e que é melhor lidar com isso.
Tentar simplesmente convencer seu filho de que não há motivos para ter medo terá o efeito contrário do que você quer. Dizer “Não se preocupe, não tem por que ter medo do cachorro” quase não tem efeito nenhum. Em vez disso, ofereça segurança: “Sei que você fica assustado com o cachorro. Vamos passar por ele juntos. Se precisar, pego você no colo”.
É claro que, depois, quando ele estiver mais calmo, você pode conversar sobre cães, mostrar livrinhos, tentar amenizar o temor sem recriminá-lo.
Use objetos de estimação pode ser legal usar algum objeto que o seu filho adora, como a fraldinha a que ele é apegado desde bebê, ou um velho bichinho de pelúcia, para ajudá-lo a enfrentar situações que o assustam. Objetos assim dão conforto a uma criança ansiosa, especialmente quando você precisa deixá-la, por exemplo, na creche ou na cama à noite, para dormir.
Objetos de estimação também podem ajudar a criança na hora de enfrentar situações potencialmente assustadoras, como encontrar pessoas novas ou ir ao médico. Deixe-a fazer isso. Ela provavelmente vai parar de carregar o objeto para todo lugar por volta dos 4 anos, quando terá aprendido outros jeitos de se acalmar na hora do medo.

Explique, exponha e explore.
Uma criança assustada às vezes consegue superar o medo se você lhe der uma explicação simples e racional sobre o que está acontecendo. Por exemplo, se ela acha que vai ser sugada pelo ralo da banheira, você pode simplesmente dizer: “Águas e bolhas descem pelo ralo, mas crianças e patinhos de borracha não”. Ou explique que a ambulância precisa fazer um barulho alto para que outros carros saibam que têm que sair do caminho.

Para algumas crianças, uma demonstração pode ajudar. Seu filho pode ficar aliviado ao ver que o aspirador de pó suga migalhas, areia e sujeira, mas não consegue pegar o brinquedo dele ou os dedos do papai.

Um passeio ao anoitecer pode fazer com que a noite pareça mais mágica do que assustadora. Seu filho treme diante da tesoura do cabeleireiro, deixe o profissional cortar uns fios de seu cabelo primeiro, para mostrar que não machuca.

Se experiências passadas alimentam o medo do seu filho — vacinas anteriores, que o deixam assustado na hora de ir ao médico –, procure usar o bom senso. Explique que a vacina dói no começo, mas que passa rápido e que depois vocês podem fazer algo bem divertido. A promessa de uma recompensa pode ajudá-lo a se distrair.

Você também pode ajudar seu filho a aprender sobre coisas assustadoras de uma distância segura. Por exemplo, livros ou filmes em que há espíritos, feiticeiras e gatos pretos bonzinhos podem ajudá-lo a deixar de ter medo deles. Se o problema é com animais, experimente levá-lo a uma dessas fazendinhas em que dá para acariciar e alimentar os bichinhos.

Outra sugestão é contar histórias animadas, onde o personagem, uma outra criança, enfrenta o medo e “sobrevive” sem problemas. Você pode inventar a historinha ou procurar livros que falem disso.

Resolva o medo junto com seu filho, se seu filho tem medo de escuro, coloque um abajur no quarto dele ou deixe uma luzinha acesa à noite. Também experimente lhe dar um “guarda” para protegê-lo (como um bichinho de pelúcia de que ele goste), borrife o quarto com um spray “antimonstro” (um spray com água, mesmo) ou pronuncie frases mágicas para afastar visitantes indesejados — levando a coisa a sério!

Por meio de tentativa e erro, você e seu filho vão descobrir um jeito de ajudá-lo a ter mais sensação de poder e de controle sobre as coisas que o assustam.
Leia mais sobre os pesadelos em crianças pequenas.

Use a brincadeira do faz-de-conta.

Se seu filho tem muito medo do médico, experimente uma brincadeira de faz-de-conta que se passa no consultório (um kit médico de brinquedo pode ajudar). Algumas crianças se sentem mais confiantes quando vão ao pediatra levando seu próprio kit de médico.

Cuidado para não associar a figura do pediatra ou do médico com punição à criança, ou com a vacina. Não diga: “Se você não puser esse casaco vou levar você ao dr. Fulano para tomar uma injeção”. O pediatra e as vacinas devem ser vistos como algo que protege a criança, e não que está contra ela.

O problema é com estranhos? Ele pode ficar menos assustada se brincar de conhecer pessoas novas com bonecas ou bichos de pelúcia.

Não passe seus próprios medos para a criança.

Se seu filho vir você suar aos cântaros porque tem uma aranha no quarto ou perceber certa tensão no ar quando você vai ao dentista, pode passar a temer essas situações também. Por isso, tente disfarçar e minimizar a sua própria preocupação.

Mas não há problema em confessar ao seu filho que você não gostava de ir ao dentista quando era criança — desde que você acrescente que ia assim mesmo, para manter os dentes bonitos e saudáveis. Isso faz com que a criança perceba que não está sozinha nessa empreitada e que você também aprendeu a superar algo assustador.

Não exagere na proteção tentando evitar o medo a qualquer custo.
Muitas vezes, a primeira solução que vem à cabeça para evitar o medo é eliminar qualquer coisa que possa assustar a criança. Daí vêm as historinhas em que o lobo da Chapeuzinho Vermelho é bonzinho, ou uma Branca de Neve só com anões, sem bruxa.

Os especialistas explicam que os contos de fada tradicionais e até histórias modernas com elementos assustadores (como o filme “Monstros SA”) podem ajudar a criança a superar a fase do medo. Os heróis e heroínas dessas histórias ensinam a criança a lidar com questões como o medo e a separação.

Não existe receita. Só você conhece bem seu filho e sabe o que o perturba. Se achar que uma história ou um filme podem ser assustadores, converse com ele sobre o assunto. Às vezes, a criança pode ficar com medo de uma coisa aparentemente inofensiva, então não dá para protegê-la totalmente.

E não se esqueça de que os telejornais frequentemente são piores que filmes de terror. Se quiser assistir ao jornal com seu filho por perto, mostre-se disponível para responder a perguntas. Fique de olho para ver se ele não está assustado — aí é melhor mudar de canal ou sugerir outra atividade.

Procure ajuda de outros pais, converse com outros pais sobre os medos de seu filho. Eles podem te dar dicas de como lidar com isso. Os fóruns do BabyCenter são um ótimo lugar para fazer isso.

No que você deve prestar atenção, se o medo de seu filho interfere rotineiramente nas atividades normais do dia-a-dia — ele não lava o cabelo porque tem medo de água ou não quer ir brincar lá fora porque acha os cachorros assustadores –, converse com o pediatra, especialmente se a situação se intensificar. A criança pode estar sofrendo de algum tipo de fobia ou um problema de ansiedade.

Também é bom procurar o conselho do médico se seu filho fica aterrorizado a ponto de não conseguir ser acalmado.

Mais ar livre e menos tecnologia

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Tempos modernos, tecnologia em alta. Ah que saudade daquele tempo, aqueles banhos de mangueira, esconde esconde, elástico, estrela nova cela, vivo ou morto, subir em árvore, não sei se todos conhecem essas brincadeiras mas foram as que fizeram parte da minha história.
Fui uma menina moleque, gostava tanto de brincar de boneca e de casinha como gostava das brincadeiras dos meninos, como brinquei, como curti, como apanhei rsrs a pessoinha aqui era terrivel 🙈.
Agora vamos olhar para a geração de hoje, antes de ir jogar bola, preferem passar o dia no computador, antes de ir brincar no parque, prefere ficar horas e horas no video game, isso me preocupa tanto, me pergunto será que essas crianças estão realmente feliz nesse mundinho? Conheço crianças que negam um convite para um parque de diversão porque preferem jogar.
Aqui em casa tem computador, video game, tablet, celular, mas o que eles preferem mesmo é brincar, jogar bola, se sujar, passear. Tudo que preciso é só um pouco mais de tempo para aproveitar mais isso com eles, pois é maravilhoso.

Essa cena da foto só dura 5 minutos, meu Rafinha não consegue ficar parado, o negócio dele é sempre estar em movimento. Já o Gabriel ama futebol se deixar fica o dia todo jogando.

Vamos incentivar nossos filhos a aproveitarem mais.

Mais ar livre e menos tecnologia para essa criançada. 🍃🍃🍃🍃

Marina Souza

Decisão para um segundo filho.

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Muitas de vocês devem estar nessa fase, de já estar sentindo falta de cheirinho de neném em casa e está nessa indecisão ter ou não ter outro, é ou não é a hora, como falo sempre não existe hora, seu coração vai dar os sinais de quando você já estiver preparada. Desde que tive meu primeiro filho, já estava decidida que futuramento ia querer um segundo, só não sabia quando seria esse momento, mas mesmo assim guardei todas as coisinhas do Gabriel. Esperei 5 anos, e ainda não pensava em segundo, tive filho e casei muito nova, e a impressão que eu tinha era que eu tinha muita coisa pela frente ainda, Gabriel sempre pedia um irmãozinho e eu sempre fugindo do assunto, até que um belo dia, ele virou pra mim e me disse: mamãe vou mandar uma cartinha para o papai do céu pedindo um irmãozinho, será que ele vai me enviar, pronto alí foi a decisão, não aguentei e me derreti toda, pensei… casei não foi, casamos para constituir nossa família e um segundo filho já estava em meus planos. A pessoa não é nada ansiosa e logo já decidiu tudo. Não demorou muito e alí estava meu feijãozinho, a gravidez foi dificil, gravidez de risco por eu ter pressão alta mas graças a deus tudo ocorreu bem e logo meu Rafinha já estava nos braços do irmão que ficou feliz da vida com o presente que papai do céu enviou. Ah tem um detalhe o nome Rafael foi ele quem escolheu.

Marina Souza

Quando decidi me tornar mãe

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Gente vou contar um pouquinho pra vocês quando decidi ser mãe, parece loucura mas assim foi minha história. Sempre fui apaixonada por criança, eu era aquela menina que não podia ver uma criança que já arrumava um jeitinho para chegar perto, já sonhava em ter o meu filho e o que é engraçado que imaginava como ele seria, cabelo liso de tijelinha rsrs acho lindo. Com 12 anos eu queria muito fazer teatro e minha mãe não queria me levar, fiz uma oração para o Anjo Gabriel pedindo para ele me ajudar a convencer minha mãe, e se ele me ajudasse em homenagem a ele, quando tivesse meu filho chamaria Gabriel. Engravidei aos 17 anos, nova sim e muito, mas foi planejada de forma imatura é claro, mas…

No início foi difícil, pulei várias etapas da minha vida, mas não me arrependo. Ele nasceu eu já tinha completado 18 anos, um anjinho lindo, cumpri minha promessa e dei a esse anjo o nome de Gabriel.

Marina Souza

Eles querem atenção

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Ontem no jantar, comentei que precisaria trabalhar sábado e olha só o que escutei:

Gabriel: Mãe você não vai trabalhar, você já trabalha a semana toda e não tem tempo pra gente, temos só o final de semana e você ainda vai trabalhar?!

Confesso que fiquei sem palavras, e resultado: não fui. Tomamos café juntos, almoçamos e fomos ao cinema, dia maravilhoso ao lado dos meus filhos que dinheiro nenhum paga.

Eles já estão em uma idade que já sabem o que quer e já cobram atenção, o Rafa que é menor está sempre ao meu lado, mesmo eu assistindo jornal, não importa o que estou fazendo ele quer estar ao meu lado.

Me sinto tão culpada de ter sido esse tempo todo ausente, sempre trabalhando fora, que sempre que estou com eles quero aproveitar ao máximo.

Esse ano resolvi colocar um ponto final nessa rotina, meus filhos cresceram e eu não vi, sei que não posso recuperar o tempo pertido, mas quero aproveitar ao máximo daqui pra frente, levar na escola, buscar, almoçar com eles todos os dias, pra mim parece um sonho, mas minha hora chegou e sou muito grata a Deus por esse presente de curtir ao máximo meus pequenos, porque o tempo passa rápido demais.

“Nos dias de hoje, em que pais e mães trabalham fora, o tempo é um bem cada vez mais raro. E essa escassez de tempo é um problema que pode afetar negativamente o desenvolvimento emocional e educacional das crianças. Por isso é muitos psicólogos são a favor de que as famílias façam uma revisão – e se for o caso uma mudança – em suas rotinas para poder garantir que os pais tenham uma convivência de qualidade com seus filhos.”

“Veja se você dá a devida atenção a ele ou precisa estar mais presente.Não existe convivência ou o chamado “tempo de qualidade” com as crianças sem uma quantidade de tempo adequada.”

“Tempo de qualidade é presença, dedicação, compromisso. Não há tempo de qualidade sem quantidade de tempo”

“Em qualquer trabalho, profissão ou arte, só se alcançam resultados de qualidade quando se dedica tempo, concentração e responsabilidade à tarefa e com os filhos não é diferente.”

Marina Souza

Meus filhos… Minha vida.

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Foi Deus que num momento lindo Me deu vocês Presente que se tem na vida só uma vez Pequenos laços de ternura e encanto Razão de toda inspiração do meu canto Tesouros que nenhum valor Poderá comprar  Eu lembro dos primeiros passos De cada um E da primeira gargalhada de cada um Das noites que choravam sem parar Sentido uma dorzinha sem saber falar E a gente orava E o pai do céu fazia a dor passar  O tempo passou tão depressa Vocês cresceram demais E em pouco tempo vão aprender As lições que a vida traz  Se por acaso alguma dor a vida lhes fizer amargar De novo agente vai orar e o pai do céu faz a dor passar.