MANCHAS NA PELE NO BEBÊ

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Esse “Pézinho” delícia é do meu Rafinha, vocês podem observar que há algumas manchas roxas, ele nasceu com essas manchas nas pernas, pés e no bumbum, quando vi fiquei apavorada, mas a pediatra me tranquilizou e disse que era normal e com o tempo ia sumir, e de fato sumiu mesmo, segue abaixo mais sobre esse assunto:

“Quando o bebê nasce é possível que ele tenha algumas manchas roxas na pele. Elas localizam-se geralmente nas costas e no bumbum e podem durar até a criança completar 2 anos de idade.

Em algumas regiões do Brasil essas manchas são chamadas de “jenipapo” e cientificamente os médicos referem-se a elas como “manchas mongólicas”.

Elas não são o resultado de nenhum traumatismo e desaparecem espontaneamente. Acredita-se que elas são o resultado do cruzamento entre várias raças, muito comum no território brasileiro.

É muito raro que os bebês nasçam sem nenhum sinal na pele. Em geral apresentam alguma mancha, que pode ter tamanho e cores variados. A maioria desses sinais não implica problema algum para a saúde da criança, não impede que ela tome sol e desaparece com o passar dos primeiros anos.

Outra ocorrência de pele que podem afetar o recém-nascido são as miliárias e o eritema tóxico. As miliárias são pontinhos brancos, como pequenas espinhas, que aparecem muito no nariz. Resultam dos “ajustes” dos folículos sebosos da pele do bebê e somem sozinhos. O eritema tóxico dá um tom avermelhado à pele na região do peito e da barriga. Desaparece em um ou dois dias. “Não há motivo para preocupação com essas manifestações. Trata-se de uma adaptação da pele dos bebês à atmosfera, depois de tantos meses vivendo num meio líquido”.

Cuidados de pele
Não há nada que a mãe possa fazer, durante a gravidez, para evitar que o filho nasça com alguma mancha no corpo. Mas medidas simples podem impedir as irritações de pele mais comuns nos recém-nascidos, pois elas quase sempre são uma reação ao ambiente.

– Evitar banhos de água quente. A água deve ser apenas morna e o sabonete, neutro, de preferência de glicerina, líquido. Para enxugar, o indicado são as fraldas atoalhadas.
– O bebê precisa ficar bem vestido, não bem agasalhado. As roupas devem ser confortáveis e só um pouco mais quentes que a dos adultos, para evitar o suor.
– As roupas do bebê só podem ser lavadas com sabão de coco, em pedra ou em pó. Qualquer outro tipo de sabão deve ser evitado, assim como os amaciantes.
– Loções, talcos e perfumes jamais devem ser passados na pele do bebê. Se a mãe faz questão, pode usar uma pequena quantidade apenas sobre a roupa da criança.”

Fonte: Revista Crescer

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O que vou ser quando crescer?

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Quando criança, não sabemos ao certo o que queremos ser quando crescer: bailarina, jogador de futebol, lutador ou pop star. Embora essas opções pareçam ser definitivas, o amadurecimento nos faz perceber que as fantasias da infância não são bem como imaginávamos.
“Quando eu era criança sonhava em ser atriz, enchia o saco da minha mãe para me levar nas agências, em curso de teatro, até fiz um curso onde fui super bem, vivia treinando textos sozinhas, fantasiando histórias. Mas com o passar do tempo fui percebendo que as coisas não são tão fáceis quanto parece, e comecei a ver como um hobby, uma diversão e não mais como profissão.”

Meus filhos cada um tem um sonho, Rafael quer ser Lutador e o Gabriel Goleiro, é claro que incentivo e desejo que eles possam realizar seus sonhos e tudo que eu puder fazer para ajudar com certeza não vou medir esforços, mas também sou realista e deixo claro para eles os dois lados da moeda, principalmente para o Gabriel que é mais velho e já compreende muitas coisas. Toda realização requer muito esforço e trabalho e também precisamos estar preparados para as portas fechadas que encontramos, e me preocupo muito com isso.

A todo tempo eles mudam, mudam gostos, preferências e eu como mãe estou sempre ao lado orientando e os apoiando entre as fantasias e a realidade, e hoje só peço a Deus que ele possam ser felizes em suas escolhas.

VERBO SER

Que vai ser quando crescer? Vivem perguntando em redor. Que é ser? É ter um corpo, um jeito, um nome? Tenho os três. E sou? Tenho de mudar quando crescer? Usar outro nome, corpo e jeito? Ou a gente só principia a ser quando cresce? É terrível, ser? Dói? É bom? É triste? Ser: pronunciado tão depressa, e cabe tantas coisas? Repito: ser, ser, ser. Er. R. Que vou ser quando crescer? Sou obrigado a? Posso escolher? Não dá para entender. Não vou ser. Não quero ser Vou crescer assim mesmo. Sem ser. Esquecer.

Carlos Drummond de Andrade ANDRADE, C. D. Obra poética, Volumes 4-6. Lisboa: Publicações Europa-América, 1989.

Mãe de Adolescente

Tarefa difícil, eles mudam de humor a cada minuto, fazem drama por qualquer coisa, se acham adultos, dono do seu próprio nariz, adoram contrariar tudo, indiferente, respondão, e leva a mãe ao limite na provocação e desarrumação em casa.

Mas quando paro para lembrar como eu era durante essa fase, me vejo com as atitudes dele, por isso sempre dizem “você só é filho, quando é mãe”, tadinha da minha mãe agora consigo entender plenamente.

Na teoria sabemos tudo como mãe, mas na prática às vezes fraquejo e me sinto perdida, e me pergunto onde errei, onde estou errando?

Entrar em atrito e fazer um longo discurso diante de uma cara feia, é em vão sei que essas atitudes são normais e fazem parte da adolescência, e não devo supervalorizar a situação.

“Quando tinha uns 16 anos, meu sonho era uma tatuagem, pedi, implorei, mas minha mãe nunca permitiu”. Na época fiquei revoltada. E na rebeldia, levante um dia e fui fazer sozinha, e fiz. Olha o risco, sem orientação, sem nem me preocupar com os cuidados necessários. Se meu filho fizer isso, fico sem chão, tento pelo menos manter o diálogo. Mas sei que nem tudo ele se sente confortável de me contar, e é onde me preocupo.

Relembrar como você era na adolescência ajuda a compreender, negociar e tolerar certas atitudes. Mas não podemos esquecer que hoje nossa função é educar, e para isso, muitas vezes, é preciso frustrar e impor limites.

Mas como? Como criar limites, regras, ser firme e às vezes rígida sem afastá-los de nós.

De acordo com os especialistas, o ideal é sentar com os filhos para estabelecerem as regras de convivência em família, assim como as punições caso não sejam cumpridas. “Deixe que eles opinem. Escutar os adolescentes é um passo fundamental para uma boa relação. E depois, deixe claro que as regras precisam ser levadas a sério”, aconselha o psicólogo.

Ser mãe é uma dádiva! Carregar aquele serzinho por nove meses, colocar no mundo, educar, acompanhar e, por fim, prepará-lo para a vida que o espera. Chega uma hora que tudo o que é possível fazer é orar, certo? Pedir a Deus que acompanhe os passos e proteja nossos filhos.