Meu filho não quer estudar

Cequipel-Carteiras-escolares-PNE2

Todos os pais esperam que os filhos sejam alunos exemplares e dedicados. Mas quando o cenário é o contrário, é difícil saber que atitudes tomar para reverter essa situação, e lidar com a paciência também é uma tarefa difícil. Na maioria das vezes preciso respirar fundo, contar até 10 e continuar poi sei que broncas, punições e ameaças não vão resolver apenas dificultar ainda mais.

Da escola não tenho reclamações, apenas alguns pontos que precisam ser melhorados, a tortura são as lições de casa.

Para brincar, ele é bem disposto agora para fazer a lição de casa, ele enrola, faz birra, sente sono, sede, fome, sente tudo, menos vontade de fazer a lição.

A lição de casa, por mais simples que seja, possui um papel fundamental na educação é uma extensão do que foi feito em sala de aula,na escola eles recebem a informação, mas é em casa que eles realmente concretizam o que aprenderam e memorizam o conteúdo.

Na teoria nós como mães sabemos de tudo, agora na prática é outra história, muitas vezes falta paciência e da vontade deixar pra lá e deixar sem fazer.

A disponibilidade de tempo do pais hoje é bem complicado, temos que nos redobrar para dar conta de tudo, muitas vezes cheguei bem tarde do trabalho e mesmo cansada e com sono sentava com eles para fazer a lição, muitas vezes ficava com dó de ver eles morrendo de sono, e alguns momentos já fraquejei sim e deixei de lado.

Minha maior dificuldade é com essa fase de alfabetização, Rafael está no segundo ano do fundamental, ele acaba de escrever uma palavra, uma letra e quando tem que fazer novamente diz que não lembra, como não lembra? você acabou de fazer.

Lição-de-casa

É… e quem foi que disse que a maternidade seria fácil, quando você acha que passou uma fase lá vem outra rsrs, mas somos seres iluminados e conseguimos, tudo o que é feito com amor, pode demorar o tempo que for, mas vai dar certo.

crianca-licao-de-casa-1350402124111_956x500

 

Veja as dicas das especialistas para que a lição de casa deixe de ser um problema:

– Estabeleça horários para a lição de casa. Assim é mais fácil para a criança estabelecer uma rotina.

– Mantenha os materiais em bom estado e a estimule seu filho a conservá-lo. Arrume um canto da casa tranquilo, com uma mesa e uma cadeira, para ele poder fazer a lição.

– Oriente a criança a tirar as dúvidas em sala de aula e questionar o professor sempre que não entender algo.

– Converse com o professor ou orientador da escola sobre uma tarefa que tenha sido muito difícil para seu filho.

– Se a criança ainda estiver em período de alfabetização, leia bons livros para ela. Ajuda a ampliar o repertório do vocabulário. Um jeito divertido de estimular a leitura: você lê um trecho, ela lê outro.

– Não repreenda o seu filho por causa de erros ortográficos, é normal durante os primeiros anos do ensino fundamental.

– Você deve ajudar a criança a encontrar a resposta correta, e não realizar a tarefa inteira no lugar dela.

– Tente fazer com que a lição seja um momento prazeroso, e não de brigas ou discussões.

-Elogie bastante quando a criança fizer o trabalho bem feito. Ter uma lousa pequena e desenhar estrelinhas, sempre que ela fizer a tarefa com capricho, pode ajudar.

– Mostre o seu interesse quando surgir dúvidas nas matérias e convide a criança a achar a resposta junto com você.

– Ajude na criação da autonomia, deixando que ela também realize os deveres de casa sozinha, mas esteja sempre por perto se ela necessitar de ajuda.

Mãos a obra mamães.

Anúncios

Sítio com as crianças

No feriado de aniversário de São Paulo, fomos para Mairiporã em um sítio maravilhoso.

Sempre que tenho a oportunidade, fujo para a tranquilidade, para a natureza, como falo para os meninos, bora tomar um Detox de TV, video-games, celular e etc.

Criança tem que brincar, se sujar, se divertir, nada de ficar jogado no sofá só comendo porcarias, e é logico que eles adoram, Gabriel ama viajar.

12541114_1300981419928555_7832879409258447621_n

Estar em contato com a natureza é maravilhoso, e nos aproximar mais de nossos filhos é maravilhoso, porque competir com as opções de jogos em casa realmente é bem difícil.

12552654_1300981346595229_4534193425102312573_n

Amo estar em contato com a natureza, paz e tranquilidade, meu sonho é fugir dessa loucura de cidade grande.

12552682_1300984233261607_7462997691140185295_n

Trabalho infantil pode? kkk

A criançada se divertiu preparando as pizzas, e ficaram todas maravilhosas, o difícil foi comer todas um pouquinho porque eles faziam questão que todos comecem a que cada um fez.

12645079_1300981649928532_3235147785693839199_n

 

12642978_1300989146594449_57988088476233669_n

12645011_1300986983261332_2302146471284338115_n

E quem conseguia tirar esses peixinhos da água?

12645022_1300986776594686_2316803347014956220_n

 

12540838_1300986959928001_5336420000664016547_n

 

12549085_1300987783261252_5281497379889410958_n

Leitura obrigatória para todas as mães!!!

 

transtorno

 

Li essa matéria e achei muito interessante e importante compartilhar.

 

Augusto Cury, o famoso psiquiatra que tem livros publicados em mais de 70 países e dá palestras para multidões no Brasil e lá fora, lançou recentemente uma versão para crianças e adolescentes do seu best-seller Ansiedade – Como Enfrentar o Mal do Século. O autor conversou com a gente sobre os desafios de se criar os filhos hoje e não poupou críticas à maneira como a família e a escola têm educado os pequenos. Confira!

Excesso de estímulos
“Estamos assistindo ao assassinato coletivo da infância das crianças e da juventude dos adolescentes no mundo todo. Nós alteramos o ritmo de construção dos pensamentos por meio do excesso de estímulos, sejam presentes a todo momento, seja acesso ilimitado a smartphones, redes sociais, jogos de videogame ou excesso de TV. Eles estão perdendo as habilidades sócio-emocionais mais importantes: se colocar no lugar do outro, pensar antes de agir, expor e não impor as ideias, aprender a arte de agradecer. É preciso ensiná-los a proteger a emoção para que fiquem livres de transtornos psíquicos. Eles necessitam  gerenciar os pensamentos para prevenir a ansiedade. Ter consciência crítica e desenvolver a concentração. Aprender a não agir pela reação, no esquema ‘bateu, levou’, e a desenvolver altruísmo e generosidade.”

Geração triste
“Nunca tivemos uma geração tão triste, tão depressiva. Precisamos ensinar nossas crianças a fazerem pausas e contemplar o belo. Essa geração precisa de muito para sentir prazer: viciamos nossos filhos e alunos a receber muitos estímulos para sentir migalhas de prazer. O resultado: são intolerantes e superficiais. O índice de suicídio tem aumentado. A família precisa se lembrar de que o consumo não faz ninguém feliz. Suplico aos pais: os adolescentes precisam ser estimulados a se aventurar, a ter contato com a natureza, se encantar com astronomia, com os estímulos lentos, estáveis e profundos da natureza que não são rápidos como as redes sociais.”

Dor compartilhada
“É fundamental que as crianças aprendam a elaborar as experiências. Por exemplo, diante de uma perda ou dificuldade, é necessário que tenham uma assimilação profunda do que houve e aprender com aquilo. Como ajudá-las nesse processo? Os pais precisam falar de suas lágrimas, suas dificuldades, seus fracassos. Em vez disso, pai e mãe deixam os filhos no tablet, no smartphone, e os colocam em escolas de tempo integral. Pais que só dão produtos para os seus filhos, mas são incapazes de transmitir sua história, transformam seres humanos em consumidores. É preciso sentar e conversar: ‘Filho, eu também fracassei, também passei por dores, também fui rejeitado. Houve momentos em que chorei’. Quando os pais cruzam seu mundo com os dos filhos, formam-se arquivos saudáveis poderosos em sua mente, que eu chamo de janelas light: memórias capazes de levar crianças e adolescentes a trabalhar dores perdas e frustrações.”

Intimidade
“Pais que não cruzam seu mundo com o dos filhos e só atuam como manuais de regras estão aptos a lidar com máquinas. É preciso criar uma intimidade real com os pequenos, uma empatia verdadeira. A família não pode só criticar comportamentos, apontar falhas. A emoção deve ser transmitida na relação. Os pais devem ser os melhores brinquedos dos seus filhos. A nutrição emocional é importante mesmo que não se tenha tempo, o tempo precisa ser qualitativo. Quinze minutos na semana podem valer por um ano. Pais têm que ser mestres da vida dos filhos. As escolas também precisam mudar. São muito cartesianas, ensinam raciocínio e pensamento lógico, mas se esquecem das habilidades sócio-emocionais.”

Mais brincadeira, menos informação
“Criança tem que ter infância. Precisa brincar, e não ficar com uma agenda pré-estabelecida o tempo todo, com aulas variadas. É importante que criem brincadeiras, desenvolvendo a criatividade. Hoje, uma criança de sete anos tem mais informação do que um imperador romano. São informações desacompanhadas de conhecimento. Os pais podem e devem impor limites ao tempo que os filhos passam em frente às telas. Sugiro duas horas por dia. Se você não colocar limite, eles vão desenvolver uma emoção viciante, precisando de cada vez mais para sentir cada vez menos: vão deixar de refletir, se interiorizar, brincar e contemplar o belo.”

Parabéns!
“Em vez de apontar falhas, os pais devem promover os acertos. Todos os dias, filhos e alunos têm pequenos acertos e atitudes inteligentes. Pais que só criticam e educadores que só constrangem provocam timidez, insegurança, dificuldade em empreender. Os educadores precisam ser carismáticos, promover os seus educandos. Assim, o filho e o aluno vão ter o prazer de receber o elogio. Isso não tem ocorrido. O ser humano tem apontado comportamentos errados e não promovido características saudáveis.”

Conselho final para os pais
“Vejo pais que reclamam de tudo e de todos, não sabem ouvir não, não sabem trabalhar as perdas. São adultos, mas com idade emocional não desenvolvida. Para atuar como verdadeiros mestres, pai e mãe precisam estar equilibrados emocionalmente. Devem desligar o celular no fim de semana e ser pais. Muitos são viciados em smartphones, não conseguem se desconectar. Como vão ensinar os seus filhos e fazer pausas e contemplar a vida? Se os adultos têm o que eu chamo de síndrome do pensamento acelerado, que é viver sem conseguir aquietar e mente, como vão ajudar seus filhos a diminuírem a ansiedade?”

Fonte: Mdemulher

 

 

CRIANÇA AGRESSIVA

1948095_850995981593770_553052349_n

Não tem nada pior do que ser apontada como a mãe daquele menino que agride o amiguinho. Aconteceu hoje comigo, chegando para buscar o Rafael na escola, o porteiro me chamou e me disse que já tem dois dias que um amiguinho vai embora chorando dizendo que o Rafa havia batido nele e a mãe da criança pediu ao porteiro que conversasse comigo.

Há algum tempo venho observando esse comportamento agressivo dele, ele não é o tipo que procura confusão mas é aquele que não leva desaforo para casa, um dia desses estava em uma festinha de aniversário com ele e o primo da mesma idade e aconteceu que uma outra criança esbarrou no primo dele e derramou o refrigerante, pra que, meus Deus ele não deu sossego o resto da festa toda encrencando com o menino, ele batia eu corrigia, de repente o menino passava e ele dava um empurrão, foi difícil conter esse menino, e a vergonha dos pais da criança.

Meu coração fica apertado, e penso o que faz ele pensar que com agressão resolve as coisas, em casa nunca presenciou nada parecido, o argumento dele sempre são os mesmos, foi ele que me irritou, foi ele que me entregou então apenas me vingo.

Sentei e conversei muito com ele, e expliquei que nada se resolve com violência, fiz ele pensar se todos que fizessem algo que não gostássemos  e todos resolvessem com violência como seria, se eu batesse nele todas as vezes que ele fizesse algo de errado, fui demonstrando situações para que ele pudesse pensar. Invisto muito no diálogo com meus filhos, e tem funcionado muito bem.

Até então ele entendeu e prometeu não bater mais em ninguém, vamos ver os próximos capítulos dessa novela.

Mais alguém passando por essa situação?

Beijos…

Marina